Ontem, dia 27 de outubro, foi o meu 33º aniversário, pelo menos no calendário gregoriano. Poderia ter feito uma terceira cerimônia de Ayahuasca, uma extra, conforme dito por Odin na minha segunda consagração da medicina sagrada na madrugada entre o dia 16 e 17, mas me contentei em ainda aproveitar tudo o que vivenciei naquela madrugada. Nesse meu aniversário, assim como vários outros, eu não fiz festa, não quis fazer grandes comemorações, porém preferi celebrar, coisa que não fazia há bastante tempo também. Escolhi celebrar de uma forma mais consciente, nutrindo amor por mim, pela vida, pelos meus outros fractais e pelo meu Eu Superior, pela nossa saga. Ao conhecer os meus outros eus, as minhas outras vidas, eu amei cada um deles e, assim, descobri o amor por mim mesmo. Não há presente maior do que esse: de fato, sentir esse amor próprio. Pela primeira vez, esse amor foi tão sincero, genuíno, verdadeiro. Eu entendi. Somos filhos de Samhain, gestados em sete noites, por sete a...